14/11/2015

Torneio Internacional de Bocha testa procedimentos para os Jogos Rio 2016

Primeiro evento-teste exclusivamente paralímpico ocorre até sábado no Pavilhão 4 do Riocentro
Torneio Internacional de Bocha avalia equipes e procedimentos de acessibilidade
Torneio Internacional de Bocha reúne 22 atletas de cinco países no Riocentro
Foto: Miriam Jeske/Heusi Action/Brasil2016
O Torneio Internacional de Bocha abriu, nesta quinta-feira (12), a segunda onda de eventos-teste para os Jogos Rio 2016 no Pavilhão 4 do Riocentro,  na Barra da Tijuca. É o primeiro exclusivamente paralímpico e que representa um grande desafio para a organização em termos de logística e acessibilidade. 

“Para nós é muito bom fazer esse teste. A gente entende melhor a dinâmica paralímpica, os tempos dos atletas, as necessidades específicas, a dinâmica dos árbitros. Estamos aqui para testar os voluntários, a área de competição e o sistema de resultados. É um ensaio para o que vai acontecer na Arena Carioca 2”, afirmou Gustavo Nascimento, diretor de Gestão de Instalações do Comitê Rio 2016.

As competições de Bocha nas Paralimpíadas não serão no Riocentro, e sim no Parque Olímpico, na Arena Carioca 2. Para Gustavo Nascimento, o fato de o Torneio Internacional não ocorrer no mesmo local não prejudica os testes.

“É um ambiente controlado da mesma forma, arena indoor, com ar condicionado. O importante é a gente estar aqui, ter o feedback dos atletas, ver como nossa equipe está reagindo em função das necessidades específicas, como computa o resultado. É complicado encaixar 44 eventos esportivos entre julho de 2015 e maio de 2016. Foi a flexibilidade que encontramos para atender todo mundo, porque temos as nossas limitações de recursos e as equipes têm as limitações de agenda”, explicou.

Logística e acessibilidade

Os testes com as equipes de bocha começaram desde a chegada ao aeroporto, uma vez que o desembarque já exige uma logística complexa. Segundo Gustavo Nascimento, há 20 pessoas do Comitê Rio 2016 trabalhando no Galeão, para acompanhar chegadas e partidas das delegações, em constante troca de informação com representantes das companhias aéreas, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Secretaria de Aviação Civil (Sac), entre outros órgãos.

O desafio prossegue no caminho até os locais de hospedagem, na chegada e saída do hotel e na estrutura no local de competição. O evento-teste é uma oportunidade para testar procedimentos que podem ser realizados em qualquer arena.

Fonte: Portal Brasil
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