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Cidade de SP tem programação especial para celebrar Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

Cidade de SP tem programação especial para celebrar Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

 Programação inclui lançamento de documentário, apresentações teatrais de artistas com deficiência e shows como o do Paralamas do Sucesso, no Anhembi.

Os integrantes do grupo Teatro Cego e o vocalista da banda Os Paralamas do Sucesso. — Foto: Divulgação/Montagem/g1

O Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado nesta sexta-feira (3), terá uma programação especial na cidade de São Paulo até o domingo (5).

A programação inclui o lançamento de um documentário, apresentações teatrais e até shows como o do Paralamas do Sucesso, no Anhembi, na Zona Norte, além de apresentações de outros artistas.

Nesta sexta (3), será exibido pelo Youtube da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) o documentário "Ser Pessoa com Deficiência em Sampa".

O filme mostra o olhar, as dificuldades, a relação com a cidade e as necessidades específicas de cada deficiência, representadas em dez histórias de cidadãos que vivem na capital paulista.

No fim de semana também haverá sessões extras do filme no sábado (4) e no domingo (5) na plataforma digital.

Shows da inclusão

No sábado também haverá shows de diversos artistas no Parque do Anhembi, na Zona Norte, das 10h30 às 15h, com entrada gratuita e aberta ao público geral que se cadastrar antecipadamente para evitar aglomerações (veja mais abaixo).

As apresentações começam com o bloco de rua Inclui Meu Bloco comandado, nesta edição, pelo cantor, compositor, instrumentista e jornalista João Cavalcanti, filho do cantor Lenine. Cavalcanti tem uma filha, Luna, que tem síndrome de Down.

O Shows da Inclusão também contará com o grupo de samba Só Vendo Pra Crer (SVPC), que é composto por cinco integrantes com deficiência visual.

O encerramento da festa fica por conta da banda de rock Os Paralamas do Sucesso, às 14h. A banda fluminense é uma das mais importantes na história da música no país, tem quase 40 anos de carreira, 27 discos lançados, dezenas de sucessos e incontáveis shows pelo Brasil e pelo mundo. O vocalista, guitarrista e compositor da banda, Herbert Vianna, é cadeirante.

Inscrição antecipada

O evento é aberto ao público, no entanto a secretaria solicita inscrições prévias para atender as medidas de distanciamento social e protocolos sanitários relacionados à pandemia. As inscrições podem ser feitas através do e-mail: cerimonialsmped@prefeitura.sp.gov.br.

Além disso, será exigido do público o comprovante de vacinação para pessoas com mais de 12 anos, que devem atestar o esquema vacinal completo contra a Covid-19. Aqueles que receberam apenas a primeira dose e menores de 12 anos deverão apresentar teste do tipo PCR negativo com até 48 horas de antecedência ou do tipo antígeno realizado em até 24 horas antes do evento.

Programação geral

Online

Canal da SMPED no Youtube - https://m.youtube.com/c/SMPEDSP

Exibições:

03/12 – 21h

04/12 – 13h e 18h

05/12 – 19h

Sábado (4)

Shows da Inclusão - Parque Anhembi

Endereço: Pavilhão Oeste - Av. Olavo Fontoura, 1209 - Santana

10h30 - Concentração, entrega de lanches e abadás

11h30 - Saída do Inclui Meu Bloco;

12h00 - Show João Cavalcanti (Palco);

12h30 - DJ Anderson

13h00 - Só Vendo Pra Crer;

13h30 - DJ Anderson;

14h00 - Paralamas do Sucesso;

15h00 - Encerramento

Instrução Normativa traz novas diretrizes para a fiscalização da cota nas empresas

Instrução Normativa traz novas diretrizes para a fiscalização da cota nas empresas

 A Instrução Normativa nº2 dispõe sobre novos procedimentos para os auditores fiscais do trabalho, além de regulamentar a fiscalização da Lei de Cotas para pessoas com deficiência ou reabilitados do INSS. 

Por Fátima El Kadri

Coordenador da Câmara Paulista para Inclusão e auditor fiscal, José Carlos do Carmo, Kal.

Unidades de saúde privadas deverão ter Intérpretes de Libras

Unidades de saúde privadas deverão ter Intérpretes de Libras

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, em primeira discussão, nesta terça-feira (23/11), o Projeto de Lei 1.555/19, que obriga as unidades de saúde privadas a garantir o atendimento integral à pessoa surda.

RIO DE JANEIRO – Entre as medidas propostas está a presença de pelo menos um técnico de Libras nos locais de atendimento. A norma é de autoria da deputada Enfermeira Rejane (PCdoB) e será votada, em segunda discussão, pela Casa.

O texto especifica que deverá haver a presença do intérprete de Libras nos seguinte locais: hospitais, maternidades, hemocentros, centros de imagens e laboratórios. Nos estabelecimentos de saúde com atendimento especializado em saúde da mulher, como maternidades; bem como unidades com especialidades femininas de ginecologia e obstetrícia. Nestes casos, o intérprete deverá ser, preferencialmente, do sexo feminino.

O atendimento à pessoa surda poderá ser realizado à distância, com a contratação de serviços específicos de intermediação por vídeo em Libras para surdos, que tenham a capacidade de promover, através de aplicativos, a conexão direta entre médicos e profissionais de saúde, o paciente surdo e um intérprete de Libras habilitado à disposição por chamada de vídeo.

O texto determina como atendimento integral aquela que leva em conta a saúde como cidadania, considerando todos os aspectos psicossociais e a qualidade do acesso, bem como todas as fases ou serviços destinados ao atendimento, desde consultas, diagnoses, terapias, reabilitações, assistência domiciliar, assistência de emergências, assistências farmacêuticas ou dispensação de medicamentos, internações, prevenção e imunização.

O descumprimento da norma acarretará advertência escrita com prazo para readequação e multa diária de 300 UFIR-RJ, aproximadamente R$ 1.111,00, duplicada em caso de reincidência. Os recursos provenientes da aplicação das multas serão destinados ao Fundo para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (FUPDE), destinado a gerir recursos e financiar as atividades do Conselho Estadual para a Política de Integração da Pessoa Portadora de Deficiência – CEPDE. “Uma das mais importantes regras do protocolo de atendimento é a comunicação. Desde a enfermagem na porta de entrada, é necessário formular perguntas e colher relatos do paciente fundamentais para o encaminhamento do usuário ao atendimento indicado”, justificou a autora.

Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro

Project Relate: Google usa IA para criar app que ajuda pessoas com deficiência de fala

Project Relate: Google usa IA para criar app que ajuda pessoas com deficiência de fala

 Novo aplicativo de acessibilidade digital para Android já está em fase de testes, em inglês

Descrição da imagem #PraCegoVer: Arte dividida na metade com plano de fundo azul, à esquerda, e foto colorida, à direita. Sobre o fundo azul há um celular com os logotipos do Project Relate e do Google. Na foto há duas pessoas. À direita, Aubrie Lee, que tem deficiência de fala, segurando um celular aberto no novo aplicativo. Está de perfil, tem pele branca e cabelos pretos longos. Usa óculos de grau e casaco claro. À sua frente, em segundo plano, está um colega em cadeira de rodas. Tem pele branca e cabelos pretos. Usa máscara nasal de oxigênio, camisa e casaco azuis. Créditos: Edição JI

Criada a Frente Nacional das Mulheres com Deficiência

Criada a Frente Nacional das Mulheres com Deficiência

Quando se fala em violência contra a mulher, a primeira coisa que vem à cabeça é a Lei Maria da Penha. Mas quem é Maria da Penha? Uma mulher que sobreviveu ao feminicídio e como resultado adquiriu uma deficiência.

Como ela, muitas brasileiras se tornam mulheres com deficiência em razão da violência. E as mulheres que já nasceram ou adquiriram deficiência, também são vítimas de violência? Infelizmente não podemos dizer com certeza porque o Brasil não tem estatísticas com recorte de gênero e deficiência.

Apesar de ter sido incluído na Lei Maria da Penha em 2019, os formulários ainda não incluem campo para declarar deficiência em caso de violência.

Além disso, os canais de denúncia não são acessíveis, as delegacias não têm acessibilidade física, o atendimento não é feito com intérprete de Libras, não há em Linguagem Simples, para citar apenas algumas barreiras

A maioria dos casos de violência não chegam a ser denunciados. As muitas dependências das mulheres com deficiência fazem com que elas não possam ou não consigam denunciar, o que faz a intervenção de terceiros muito relevante

Muitos abusos/estupros/espancamentos/violência patrimonial etc, são cometidos por quem desempenha o papel de cuidadores, e as mulheres ficam reféns dos agressores.

Estas violências são naturalizadas/negligenciadas, mesmo quando há exaustivas denúncias. 

E as mulheres com deficiência são revitimizadas, porque raramente há punição para os agressores. 

Meninas com deficiência não recebem educação acessível para prevenção contra violência na escola.

Jovens com deficiência não recebem educação sexual acessível na escola.

Todas essas questões tornam as mulheres com deficiência extremamente vulneráveis à violência.

Propomos várias ações:

– Iluminação de prédios e monumentos com a cor roxa (em alusão às mulheres e à campanha internacional #WeThe15 (Nós Os 15) para promoção dos direitos das pessoas com deficiência que são 15% da população mundial)

– Caminhadas de mulheres com deficiência e aliados

– Audiências públicas a nível municipal, estadual e nacional sobre a violência contra mulheres com deficiência

– Blitz em delegacias para checar a acessibilidade física e comunicacional

– Levantamento sobre a situação das estatísticas em casos de violência contra mulheres com deficiência

– Promoção do projeto Eu Me Protejo – educação inclusiva e acessível para prevenção da violência em escolas e secretarias de educação www.eumeprotejo.com 

– Capacitação de assistentes sociais e professores palestras nas faculdades de medicina, psicologia para estarem alertas e eventualmente acionar o sinal vermelho em casos de suspeita de violência

A Frente Nacional das Mulheres com Deficiência é um grupo de mais de ativistas, de todas as regiões brasileiras.

O grupo foi criado para promover a mobilização pela articulação e implementação de políticas públicas para o enfrentamento à violência contra a mulher com deficiência.

Descrição da imagem: logo cor branca, com fundo roxo, símbolo feminino e figura com um dos braços amputado dentro.

Tema de 2021 – Proteção das mulheres com deficiência contra a violência de 25/11 a 05/12

No dia 25/11, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a mulher, a 3/12, Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, e 5/12, Dia Nacional da Acessibilidade, a Frente Nacional das Mulheres com Deficiência chama todos os defensores dos direitos humanos, dos direitos das mulheres e dos direitos das pessoas com deficiência para jogar uma luz roxa sobre a violência contra mulheres com deficiência.

25/11 – Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher

3/12 – Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

5/12 – Dia Nacional da Acessibilidade

INSTAGRAM: https://www.instagram.com/frentemulherescomdeficiencia/

Fonte: Inclusive

Distrito Federal garante 100% de acessibilidade no transporte público

Distrito Federal garante 100% de acessibilidade no transporte público

 Quase 77 mil pessoas com deficiência na capital contam com a frota adaptada. Um diferencial em menos de 20% do território nacional, segundo o IBGE

A plataforma elevatória é considerada o principal item de acessibilidade nos ônibus | Foto: Lúcio Bernardo Jr. 
Imagem com Descrição: A foto mostra um cadeirante usando a plataforma elevatória do onibus ao lado dois homens em pé observando.

Escola Pública Bilíngue para surdos, em Taguatinga-DF, é referência no Brasil 12 de novembro de 202138 0

Escola Pública Bilíngue para surdos, em Taguatinga-DF, é referência no Brasil 12 de novembro de 202138 0

 A Videoteca Central possui em seu acervo vários vídeos destinados à Educação Especial.

O direito à inclusão de crianças e jovens portadores de deficiência na vida social é o tema central presente nestes vídeos.

Os programas apresentam os obstáculos e preconceitos enfrentados por pessoas co necessidades especiais e os caminhos para superá-los. Discutem o papel da família e da escola e relatam experiências de integração e inclusão bem sucedidas. Um exemplo exitoso de atendimento a estes alunos na Secretaria de Educação é a Escola Pública Bilíngue para Surdos em Taguatinga é referência no Brasil.

Fonte: Secretaria de Educação do Distrito Federal

Moradia digna para pessoas com deficiência

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 Em Ceilândia, governador Ibaneis Rocha anuncia criação de programa habitacional específico para quem ainda não é beneficiado com a casa própria

IAN FERRAZ, DA AGÊNCIA BRASÍLIA | EDIÇÃO: SAULO MORENO


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A pessoa com deficiência na vida pública 06/10/2020