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Secretaria realiza oficina de comunicação com a pessoa surda no Metrô

Secretaria realiza oficina de comunicação com a pessoa surda no Metrô

 Iniciativa vai ao encontro das ações de acessibilidade e inclusão implantadas pelo sistema metroviário paulista

Na última semana, 28 colaboradores da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô receberam a oficina “Comunicação com a pessoa surda”. Ação da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência tem como finalidade aperfeiçoar a comunicação entre funcionários e passageiros com deficiência auditiva do Metrô.

A oficina, que acontece no formato online, tem 4 horas de duração e busca introduzir os servidores do Metrô no universo das pessoas surdas. São abordados temas como a identidade surda, cultura surda e a Libras (Língua Brasileira de Sinais).

A iniciativa vai ao encontro das ações de acessibilidade e inclusão implantadas pelo sistema metroviário paulista, que tem estações e trens acessíveis, além de funcionários capacitados para atender esse público.

O projeto é fruto da parceria entre a Secretaria e o Metrô, que em um primeiro momento organizaram um encontro com a Comunidade Surda para entenderem quais as principais demandas desses usuários quando utilizam os serviços prestados pelo Metrô.

Desse encontro, surgiu a ideia de oferecer aos colaboradores um treinamento que os capacitasse a iniciar uma comunicação com usuários surdos, utilizando recursos e estratégias adequadas. Os colaboradores aprendem algumas frases em Libras que podem auxiliar em demandas específicas dentro dos trens ou estações, como “Estamos com problemas na linha”, “Este bilhete está vencido, é necessário renovar”, entre outras.

Em 2021 foram realizadas 7 oficinas e 226 colabores do Metrô foram capacitados. Em 2022, a primeira oficina foi realizada no dia 13 de janeiro e ao longo do ano serão realizadas duas oficinas por mês.

Fonte: Pessoa com Deficiência SP

Um cego de olho no futuro!

Um cego de olho no futuro!

Livro ficou pronto gente! UM CEGO DE OLHO NO FUTURO!

Minha autobiografia, se você quer comprar é só me mandar uma mensagem no meu Zapp: 31-99670-8090.

Um livro que tem de tudo, e claro extremamente motivacional. Um ótimo presente pra você dar pra um amigo ou funcionários de sua empresa.

Estou muito emocionado e orgulhoso.

Fonte: Revista Reação

Atualização da CID (Classificação Internacional de Doenças): Mas afinal o que mudou?

Atualização da CID (Classificação Internacional de Doenças): Mas afinal o que mudou?

 2022 inicia com a publicação da 11ª atualização da CID, agora chamada de CID-11 e não mais CID-10. Saiba mais sobre o que mudou, na coluna Advoga Responde

Drª. Viviane Guimarães

Descrição da imagem #PraCegoVer: Fotografia colorida ilustrando o que mudou com a atualização da CID (Classificação Internacional de Doenças). Na imagem há uma pessoa sentada na cadeira de rodas, mostrando a tela de um tablet, onde está escrito: “CID-11, Advogada Responde”. Essa pessoa tem a pele branca, usa calça preta e moletom na cor marrom claro. Seu rosto não aparece. Foto: Pexels | Créditos: Mart Production/Edição JI

São Paulo vai abrigar o primeiro hospital especializado em doenças raras do mundo

São Paulo vai abrigar o primeiro hospital especializado em doenças raras do mundo

 Centro de Saúde será construído no bairro da Vila Mariana, na Zona Sul da cidade.

Por Fátima El Kadri

A prefeitura de São Paulo autorizou, no dia 12/01, a concessão de parte de um terreno localizado na Vila Mariana, Zona Sul da cidade, para a  construção de um hospital especializado em doenças raras, o primeiro do mundo. 

A iniciativa pioneira faz parte do projeto Casa dos Raros, da Casa Hunter (Associação que estuda e auxilia pessoas com doenças raras) e do Instituto Genética para Todos (IGpT).

Instituto MoraDavi oferece o direito de moradia digna a pessoas com deficiência e em vulnerabilidade social

Instituto MoraDavi oferece o direito de moradia digna a pessoas com deficiência e em vulnerabilidade social

 O instituto pretende reformar no mínimo 30 casas no primeiro semestre de 2022 na região metropolitana de Belo Horizonte.

Imagem com Descrição: A foto mostra Davi Rabelo sorrindo e em uma cadeira de rodas, e seu pai, Edvaldo Rabelo, está do lado e com o braço no pescoço do filho, sorrindo e segurando um microfone. Ele é o fundador do Instituto MoraDavi.

“Davi é um jovem muito afetuoso e feliz. Sua força e coragem nos inspira todos os dias”. Edvaldo Rabelo

Noite acessível no Brasília Iluminada

Noite acessível no Brasília Iluminada

 A pedido de pais de crianças com autismo, o evento se adaptou e, por um dia, suspendeu a música ambiente nos quadrantes da Esplanada dos Ministérios

ADRIANA IZEL, DA AGÊNCIA BRASÍLIA I EDIÇÃO: DÉBORA CRONEMBERGER

Família da advogada Viviane Benon, que é idealizadora do Instituto Nãna | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

A decoração do projeto Brasília Iluminada recebe até 50 mil pessoas por dia. Apesar do grande número de visitantes, o evento deixava de abrigar um público específico: as pessoas com hipersensibilidade auditiva, porque a estrutura contemplativa na Esplanada dos Ministérios é dotada de som musical.

Em pessoas com autismo é comum que sons habituais gerem desconforto. Por isso, alguns pais e mães de crianças com o espectro estavam evitando levar os filhos para visitar o evento gratuito e disponível desde 22 de dezembro. “Viemos algumas vezes de carro, mas não tinha como parar para entrar, por causa do barulho”, explica Verusca Medeiros, mãe de João Pedro Araújo, jovem com autismo moderado. “O João Pedro tem problemas com música alta. É um gatilho para convulsões e comportamentos, como o choro”, completa.

Nesta segunda-feira (10), quando o evento preparou um dia especial e acessível, em que o som ambiente ficou desligado das 18h às 23h nos quadrantes localizados na Esplanada dos Ministérios, pela primeira vez, mãe e filho puderam descer do carro.

João Pedro estava encantado com o que via. “Estou achando perfeito. Nem imaginava que ia ser assim. Estou gostando de tudo, de estar com os meus amigos”, afirma o garoto.

Ideia

A iniciativa surgiu do pedido da bacharel em direito e pós-graduanda em Intervenção ABA para autismo, Viviane Benon, que é idealizadora do Instituto Nãna, um centro de atividades esportivas, recreativas e terapêuticas para pessoas com deficiência.

Ao visitar o Brasília Iluminada, ela percebeu que só poderia levar a enteada Ana Luiza Sampaio, a Nãna, de 15 anos, se o evento retirasse o som ambiente.

“Fiquei muito apaixonada pelo evento. Resolvi pedir e explicar a nossa situação à produção. Eu queria ter a oportunidade de trazer a Nãna para poder desfrutar e vivenciar essa beleza. Eu sabia que não seria uma oportunidade só para ela, mas para outras crianças, adolescentes e idosos”, conta.

Viviane entrou em contato com os responsáveis pelo evento e solicitou a retirada do som por um dia, o que foi acatado pela produção. “A Viviane acionou uma pessoa da equipe de atendimento, que passou para a coordenação, e resolvemos fazer essa ação. Buscamos entender o que precisávamos para acolher e atender melhor esse público. Assim, fizemos um dia totalmente silencioso em que todas as estruturas da Esplanada estão sem sonorização e áudio”, revela Patrícia Mazoni, coordenadora de sustentabilidade do Brasília Iluminada.

Rebeca Mello ficou feliz com a oportunidade de levar o filho Yan Ko, de apenas 3 anos, para conhecer o Brasília Iluminada

Quem também aproveitou o dia “sem barulho” foi o pequeno Yan Ko, de apenas 3 anos, que tem autismo moderado. A mãe Rebeca Mello estava adiando o momento de levá-lo até a estrutura.

Confira programação cultural do Brasília Iluminada 2021

Brasília Iluminada chega à segunda edição

“Eu já tinha passado de carro, mas até então era só um projeto trazê-lo aqui, porque ainda estava muito cheio e tinha o som. Quando a Viviane conseguiu essa oportunidade, eu o trouxe na hora”, comenta. E Yan aproveitou. “Ele gostou principalmente das bolhas (feitas de fumaça) e dos bichinhos que se movem”, lembra.

Evento

O Brasília Iluminada ocupa 415.770 m² de área enfeitada da Esplanada dos Ministérios, na altura do Congresso Nacional, até o Eixo Monumental, na Igreja Rainha da Paz. São, ao todo, 11 eixos que celebram os símbolos de esperança e renovação. Além de ser um evento contemplativo, conta com ações sociais e músicas. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. O evento segue para visitação até 20 de janeiro.

Verusca Medeiros e o filho João Pedro Araújo

Fonte: Agência Brasília

Arquiteto tetraplégico Francisco de Assis Aragão morre aos 69 anos, em Brasília

Arquiteto tetraplégico Francisco de Assis Aragão morre aos 69 anos, em Brasília

Ele faleceu em casa, vítima de falência múltipla dos órgãos; tetraplégico desde os 27 anos, projetou mais de 200 casas na capital. 

Por Mara Puljiz e Luiza Garonce, g1 DF e TV Globo

Arquiteto Francisco de Assis Lima Aragão, morreu em Brasília nesta quinta-feira (6), aos 69 anos — Foto: TV Globo/Reprodução

Conheça o primeiro time feminino de futebol de amputados do país

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 Em um esporte predominantemente masculino, atletas no interior de SP buscam conquistar o próprio espaço

Descrição da imagem #PraCegoVer: Fotografia em área externa, durante o treino, com três atletas da equipe feminina de futebol de amputados. Duas jogadoras estão de costas, com a bola no pé, enquanto a terceira atleta vem em direção às colegas de equipe. Créditos: Janice Lacerda/ASFA

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