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Diversidade na publicidade digital é tema de webinar

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Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem de capa para “Diversidade na publicidade digital é tema de encontro online” é uma edição do banner oficial de divulgação do evento. Sobre fundo roxo, com fonte branca, centralizado à esquerda, estão data e horário: Dia 23/06, às 10h, e o título: Webinar – Por que diversidade e inclusão são boas práticas de gestão corporativa? Na lateral direita da imagem, em cor branca, o símbolo com a inscrição Acessível em Libras. Mais abaixo, sobre degradê de roxo para rosa, aparece a foto em círculo, com filtro nessas mesmas core, dos quatro participantes do evento: Ana Clara Schneider, Eduardo Teixeira, Lucas Reis e Viviane Duarte. Créditos: Divulgação/Edição JI

Spotify com Acessibilidade

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 Saiba tudo sobre os novos recursos de acessibilidade oferecidos pela maior plataforma de streaming de músicas e podcasts

Descrição da Imagem #PraCegoVer: A imagem mostra 3 telas diferentes do app spotify

Samambaia inaugura sede do Instituto Você Nunca Andará Sozinho

Samambaia inaugura sede do Instituto Você Nunca Andará Sozinho

 O espaço oferece atendimento gratuito para crianças, jovens e adultos com deficiência e em situação de vulnerabilidade social

LUCÍOLA BARBOSA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA I EDIÇÃO: CAROLINA JARDON


A cidade de Samambaia ganhou oficialmente, neste sábado (19), um espaço para atender gratuitamente cerca de 400 pessoas, entre crianças, jovens e adultos, com deficiência e em situação de vulnerabilidade ou exclusão social. Trata-se do Instituto Você Nunca Andará Sozinho, cuja sede foi inaugurada na QR 114 de Samambaia Sul. O evento reuniu atrações musicais e artísticas, com a presença da comunidade e de várias autoridades do Executivo e do Legislativo.

Entre as autoridades, estava o vice-governador Paco Britto, acompanhado de sua esposa, Ana Paula Hoff, que fez questão de participar do evento. Paco destacou o importante trabalho terapêutico e o atendimento especializado multidisciplinar desenvolvido pelo instituto. “É com grande prazer que estou aqui”, disse.

Também ressaltou o trabalho do Governo do Distrito Federal em prol da população, promovendo a inclusão social e ampliando o atendimento a pessoas com deficiência. “O grande diferencial do governo Ibaneis Rocha é o carinho, a atenção e o respeito que temos por vocês [pessoas com deficiência]. Temos que servir essas pessoas que nos colocaram no governo, pois não somos, estamos governo”, completou.

Autistas

O instituto presta assistência também às pessoas com Transtorno Global do Desenvolvimento (autistas) de ambos os sexos, oferecendo atendimento especializado conforme suas necessidades. Para isso, conta com uma equipe interdisciplinar, que desenvolve projetos e programas visando à melhoria de independência, autonomia e qualidade de vida destas pessoas.

O instituto é uma associação civil, filantrópica de caráter assistencial, educacional, cultural e de saúde, que presta atendimento gratuito, de assistência social, saúde e educação especial, a pessoas com deficiência e suas famílias, no Distrito Federal e Entorno (GO). São 15 funcionários trabalhando no local | Foto: Vinícius Melo / Agência Brasília

O pequeno David Hugo de Oliveira dos Santos, 10 anos, é autista. Sentado ao lado da mãe Raimunda, 45 anos, assistia a tudo com aparente tranquilidade. Mas nem sempre é assim, como explica Raimunda. “Ele é tranquilo quando as coisas estão a favor dele, mas quando ele não concorda, fica agitado”. Desempregada desde 2015, e moradora há 25 anos em Samambaia, Raimunda se sente agradecida por poder contar com o instituto.

“Ele que me ajuda. O David está na lista de espera por um psicólogo”, disse, revelando ainda que o filho teve o diagnóstico tardio para o transtorno do espectro autista, aos 7 anos, pois ela conhecia pouco a respeito. “Sabia alguma coisa pela televisão e com a ajuda da professora dele. Aí, comecei a observar. Ele sempre sentava no mesmo lugar, escolhia o mesmo brinquedo, e todos tinham que estar ordenados. Também não tem frases completas”, observou.

No Brasil, não existem dados oficiais, mas estimativas afirmam que cerca de 2 milhões de brasileiros tem autismo. Além disso, por volta de 80% das pessoas com transtorno do espectro autista não estão no mercado de trabalho. No DF, mais de 100 mil pessoas têm algum tipo de deficiência

Outra beneficiada pelas atividades do instituto, a cadeirante Jéssica Franco Costa, 24 anos, estava acompanhada da mãe Esmeralda, 45 anos. Ela conta que teve problemas durante o parto, ocasionando a paralisia cerebral da filha.

“Mas ela entende tudo”, garantiu, acrescentando que conta com o trabalho voluntário de um fonoaudiólogo do instituto. Jéssica, inclusive, mostrou aos presentes que sua deficiência não é empecilho para exercer uma atividade que, segunda Esmeralda, a deixa muito feliz. Ela faz parte há cinco anos de um grupo de dança na cidade e, no palco, durante o evento, pode demonstrar seu talento durante as apresentações artísticas e musicais preparadas especialmente para este sábado. Destaque também para a interpretação do Hino Nacional, no teclado, pela musicista Nayara, deficiente visual.

Para a fundadora do Instituto, Eliane Nuvem, que é mãe de filho autista, “a estrada é um caminho difícil, mas quando tem um amigo especial, ele te (sic) ajuda a seguir. Mãe que tem filhos com necessidades especiais sabe o quanto é doloroso fazer esta diferença”, pontuou.

No Brasil, não existem dados oficiais, mas estimativas afirmam que cerca de 2 milhões de brasileiros tem autismo. Além disso, por volta de 80% das pessoas com transtorno do espectro autista não estão no mercado de trabalho. No DF, mais de 100 mil pessoas têm algum tipo de deficiência.

Prestigiaram a inauguração a secretária da Mulher, Éricka Filippelli; os administradores Gustavo Aires (Samambaia) e Carlos Dalvan (Recando das Emas); os deputados Júlio César Ribeiro (federal) e Iolando Almeida (distrital); a coordenadora da Regional de Ensino de Samambaia, Elizabete Ferreira; representantes do Conselho de Mulheres Cristãs do Brasil, com sede em Samambaia, e da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais e Deficientes de Taguatinga e Ceilândia, entre outros.

Sobre o instituto

O instituto é uma associação civil, filantrópica de caráter assistencial, educacional, cultural e de saúde, que presta atendimento gratuito, de assistência social, saúde e educação especial, a pessoas com deficiência e suas famílias, no Distrito Federal e Entorno (GO). São 15 funcionários trabalhando no local.

O atendimento terapêutico às pessoas com deficiência visa o seu desenvolvimento intelectual e o progresso pleno da pessoa, minimizando suas dificuldades, para melhor convivência com a família e a comunidade.

Conta com um Ambulatório de Reabilitação Global, onde trabalha uma equipe multiprofissional composta por: psicólogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, nutricionista, assistente social e médicos (pediatra, psiquiatra e neurologista).

Fonte: Agência Brasília

Emilio Figueira lança ‘Ventos nas Velas’ em versão digital

Emilio Figueira lança ‘Ventos nas Velas’ em versão digital

Escritor, poeta e dramaturgo com paralisia cerebral publica 2ª edição da novela literária na versão eBook

Descrição da imagem #PraCegoVer: A ilustração do texto Emílio Figueira lança ‘Ventos nas Velas’ em versão digital é uma arte com duas fotografias e o texto: Emílio Figueira, escritor, poeta, dramaturgo. Em primeiro plano está Emilio, homem calvo de pele branca e barba preta. Usa óculos de grau, camiseta gola polo e está com braços cruzados. Como plano de fundo, a foto de uma antiga máquina de escrever. Créditos: Facebook/ Edição JI

Aluno com TEA vai da escola pública ao ensino superior

Aluno com TEA vai da escola pública ao ensino superior

 Inclusão na rede do GDF coleciona mais uma história de sucesso, que revela o esforço dos profissionais da educação

AGÊNCIA BRASÍLIA* | EDIÇÃO: MÔNICA PEDROSO


Luís Felipe que hoje faz faculdade,
estudou no CED 01 do Riacho Fundo II
| Foto: Arquivo Pessoal

Há 14 anos, Luciene Lima recebeu a notícia que mudaria sua vida e de sua família: o filho Luís Felipe Salles, então com apenas cinco anos, foi diagnosticado com o transtorno do espectro autista (TEA). Segundo o professor Vagner Henrique de Melo, do Centro Educacional 01 do Riacho Fundo II, que atende Alunos com Necessidades Educacionais Especiais (Anee), o TEA “é um espectro como se fosse um arco-íris. É dividido em graus mais graves, medianos ou mais leves e, geralmente, eles têm muita dificuldade de interação social”, explica.


No episódio desta semana do podcast Educa DF , a Secretaria de Educação conversa com o Luís Felipe, hoje com 19 anos, que estudou no CED 01 do Riacho Fundo II, onde também era atendido pelos professores que atuam na Sala de Recursos, destinada a alunos com necessidades especiais. Ele fala como tem superado as limitações decorrentes do TEA e o ingresso no curso universitário dos seus sonhos. Confira nas plataformas de áudio.

“Nunca desistam não se deixem levar pelas críticas. Persistam. E aproveitem as oportunidades”

Luciene teve que lidar com o preconceito, escolas que não sabiam lidar com as limitações do filho e seus próprios temores. Hoje destaca a importância do apoio da família, o apoio psicológico de um profissional e a conscientização de que autismo não é sinônimo de incapacidade. “Às vezes, eles são mais capazes que outras pessoas que não desenvolveram seu potencial”, alerta.

Sonhos realizados

Desde cedo, Luís Felipe tinha o sonho de se tornar jornalista. Há um ano e meio ingressou na faculdade de Jornalismo e pensando no futuro, já treina reportagens, grava vídeos e interage nas redes sociais. “Gosto de fotografia, então publico no instagram. É bom fazer amigos, conhecer pessoas novas, ver os stories dos amigos”, destaca.

Apaixonados pela educação inclusiva

Quanto ao preconceito contra as pessoas com TEA ele afirma que é preciso respeito, já que ninguém é melhor que ninguém. “Nunca desistam não se deixem levar pelas críticas. Persistam. E aproveitem as oportunidades”, enfatiza.

Superando as limitações

A Secretaria de Educação atende os estudantes com TEA em classes inclusivas nas escolas regulares ou oferece atendimento educacional especializado em Sala de Recursos no horário contrário ao turno de aula regular. Também são realizados atendimentos nos 13 Centros de Ensino Especial (CEE), destinados aos estudantes com comprometimentos mais graves.

No ensino público do DF, estudantes com TEA podem ficar em classes inclusivas ou receber atendimento especializado em Sala de Recurso | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

O sucesso de Luís Felipe não é um caso isolado na rede pública de ensino do DF. O professor Vagner que atua na pasta desde 1998 e, há 10 anos, trabalha com estudantes com necessidades educacionais especiais coleciona histórias de êxito e se lembra de um estudante com paralisia cerebral que ingressou na faculdade de Engenharia.

“O que me motiva é poder ajudar esses estudantes. Eles se empenham em transpor as barreiras do dia a dia e criamos um vínculo maior pela proximidade e superação. Todas as escolas da rede pública de ensino do DF são inclusivas e a educação vem para libertar a sociedade dos preconceitos. O estigma de que não conseguem cumprir um papel laboral, por exemplo, é um grave erro”, afirma Vagner.

Confira a cartilha desenvolvida pelo MEC com brincadeiras para crianças com TEA

*Com informações da Secretaria de Educação

Fonte: Agência Brasília

MP que estabelece novos critérios para o BPC é aprovada

MP que estabelece novos critérios para o BPC é aprovada

A medida aumenta a renda mínima familiar para a concessão, ampliando o acesso ao benefício.

Por Fátima El Kadri 

O Senado aprovou no dia 27/05 a medida provisória 1.023/2020, que define novos critérios na concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para idosos e pessoas com deficiência com renda familiar per capita de até meio salário mínimo.

Com o salário atual de R$ 1.100, tornam-se elegíveis ao benefício as pessoas que, somando todos os membros da sua família, possuem renda mensal de até R$ 550. 

Os critérios avaliados são os seguintes: 

  • O grau da deficiência; 
  • A dependência de terceiros no desempenho de atividades básicas da vida diária;
  • O comprometimento do orçamento familiar com gastos médicos não ofertados no Sistema Único de Saúde (SUS).
  • Para idosos, apenas os dois últimos critérios são aplicáveis.

Nas regras atuais, para ter direito ao BPC, é preciso ter renda equivalente a ¼ do salário mínimo. Mas, de acordo com a Agência Câmara, o STF já considerava este critério insuficiente para caracterizar a condição de miserabilidade desde o ano de 2013, no entanto, nada foi feito para alterar a norma, que voltou a ser discutida só em 2020 e vetada pelo atual governo. 

A nova MP determina que, enquanto não estiver regulamentado o instrumento de avaliação biopsicossocial da deficiência, a concessão do BPC dependerá da avaliação médica e avaliação social realizadas, respectivamente, pela perícia médica federal e pelo serviço social do INSS, com a utilização de instrumentos desenvolvidos especificamente com esse fim. Até dezembro deste ano, as avaliações poderão ser feitas por vídeoconferência ou de acordo com os dados informados pelo requerente (padrão médio de avaliação social).

Auxílio-inclusão

Outra pauta importante levantada por esta MP é o auxílio-inclusão, previsto no Estatuto da Pessoa com Deficiência. O texto traz a proposta de que o benefício seja de 50% do valor do BPC. 

Teriam direito ao auxílio-inclusão os cidadãos que já recebem o benefício e consigam um emprego com remuneração de até 2 salários mínimos. Porém, cabe ressaltar que quem receber o auxílio-inclusão não terá mais direito ao BPC, uma vez que essa pessoa estará empregada. Ele também não pode ser pago junto com pensões, aposentadorias, seguro desemprego ou qualquer outro benefício da Previdência Social.

Para usufruir do benefício, os cidadãos deverão ter inscrição atualizada no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).

Fonte: Câmara Paulista para a Inclusão da PcD

 Programa Melhorias Habitacionais – eixo Pessoa com Deficiência (PCD) entrega mais uma casa

Programa Melhorias Habitacionais – eixo Pessoa com Deficiência (PCD) entrega mais uma casa

 Programa do GDF reconstrói mais uma casa vulnerável. Pessoas com deficiência têm prioridade no atendimento e recebem assistência técnica

AGÊNCIA BRASÍLIA* | EDIÇÃO: MÔNICA PEDROSO

#DescriçãoDeImagem: A foto mostra o cadeirante Marcos Vinícius na sua casa adaptada conversando com os servidores da CODHAB-DF.
Marcos Vinícius foi beneficiado com o Programa Melhorias Habitacionais, da Codhab, e agora tem um quarto e um banheiro adaptado para suas necessidades | Foto: Divulgação/Codhab

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) entregou, nesta segunda-feira (7), mais uma casa reformada pelo Programa Melhorias Habitacionais – eixo Pessoa com Deficiência (PCD), no Trecho 3 do Sol Nascente.

Havia dez anos que o cadeirante Marcos Vinícius, 19, dormia em um colchão na sala, onde passava a maior parte do tempo. Aos poucos, a casa ganhou espaço, segurança, portas, pintura nas paredes, revestimento, instalação elétrica e sanitária, janelas, etc.

Agora, o jovem tem um quarto e, graças à ampliação de valor, também ganhou um banheiro adaptado. “Eu não tenho palavras para agradecer. A Codhab chegou na minha vida em um momento primordial”, comemora a dona Maria Aparecida, 36 anos. A residência abriga mãe, pai e dois filhos.

O presidente da Codhab, Wellington Luiz, explica a importância do projeto. “Nós recebemos um governo com muitas dificuldades, mas isso não impede o atendimento às famílias que mais precisam. É uma determinação do governador Ibaneis Rocha transformar esses problemas em soluções”.

A secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha, que também acompanhou a entrega da casa, destaca: “estou aqui para fortalecer e dar visibilidade a esse programa que ajuda tantas pessoas”.

O Melhorias Habitacionais é um subprograma vinculado ao eixo Projeto na Medida, com base na Lei Federal n° 11.888/2008. O texto assegura assistência técnica pública para reforma de habitação de famílias em vulnerabilidade social, sempre em áreas de interesse social regularizadas ou passíveis de regularização. As obras dependem de disponibilidade orçamentária e são executadas por empresas credenciadas pela Codhab.

Núcleos familiares com algum integrante deficiente já tinham prioridade, mas, desde setembro de 2020, a Codhab e a Secretaria Extraordinária da Pessoa com Deficiência (SEP) assinaram acordo de cooperação técnica para criar um nicho específico

“É muita alegria estar aqui porque nós, PcD, vivemos essa luta dia a dia. Sei o quanto é difícil! Por isso, esse programa é tão importante para ajudar as famílias a terem acessibilidade. É o governo em ação!”, afirma o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Pereira.

Leia também: Codhab: pessoas com deficiência poderão ter casas reformadas

*Com informações da Codhab

Fonte: Agência Brasília

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