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Hot Wheels lança 1º brinquedo de cadeira de rodas com controle remoto

Hot Wheels lança 1º brinquedo de cadeira de rodas com controle remoto

 O novo brinquedo da Hot Wheels simula um cadeirante e faz manobras a partir de um controle remoto


Imagem com Descrição #PraCegoVer Fotografia colorida, ao fundo o pentacampeão mundial de motocross em cadeira de rodas e atleta paralímpico Aaron “Wheelz” Fotheringham segurando o controle remoto, na frente uma mesa com grama sintética com o brinquedo cadeira de rodas - Foto: divulgação

Barbie lança sua 1ª boneca com aparelho auditivo

Barbie lança sua 1ª boneca com aparelho auditivo

 A barbie com aparelho auditivo faz parte da coleção inclusiva da Mattel

Imagem com descrição #PraCegoVer - Fotografia colorida da Barbie de rabo de cavalo mostrando o aparelho auditivo rosa usado por ela. Foto: Divulgação/Mattel

Voluntários da ONG AdaptaRio criam primeiro parque infantil acessível do Rio de Janeiro

Voluntários da ONG AdaptaRio criam primeiro parque infantil acessível do Rio de Janeiro

O projeto está localizado na zona oeste da cidade e tem como objetivo democratizar o lazer para crianças com deficiência e mobilidade reduzida.

Imagem com desrcrição #PraCegoVer - Foto colorida de ambiente externo de um brinquedo adaptado à pessoa com deficiência. Nele está escrito: Adapta Rio #Diversão para todos.

Folhetins Emilianos: Novo site inclusivo reúne toda obra literária do autor Emílio Figueira

Folhetins Emilianos: Novo site inclusivo reúne toda obra literária do autor Emílio Figueira

Descrição da imagem #PraCegoVer: Foto colorida, com pessoa usando o celular e laptop. Na tela do computar, no rodapé, lê-se: Folhetins Emilianos, novo site inclusivo de Emílio Figueira: www.folhetinsemilianos.com.br. A imagem de plano de fundo é de matéria do novo site e mostra uma criança tocando violão entre outros colegas, ao fundo. Já na tela do celular, na mão esquerda da pessoa, aparece a homepage do site inclusivo, acessível e responsivo. (Foto: Edição de arte. Mockup: By Freepik. Imagem: Reprodução)

Prefeitura abre inscrições para surdos no projeto Surf Inclusivo

Prefeitura abre inscrições para surdos no projeto Surf Inclusivo

 Aulas gratuitas para maiores de 12 anos com deficiência auditiva serão quinzenais, aos sábados, na Praia de Ponta Negra

Imagem com Descrição #PraCegoVer - Fotografia colorida, em ambiente externo na praia com dois professores, um em pé ensinando e outra deitada em cima de uma prancha de surf, ensinando surf à 4 alunos também deitados em uma prancha na areia da praia. Ao redor várias pessoas olhando.

Mais de 4,8 mil órteses e próteses foram entregues pelo DF em 2021

Mais de 4,8 mil órteses e próteses foram entregues pelo DF em 2021

 Aparelhos são comprados ou fabricados pela Oficina Ortopédica e distribuídos pelo Núcleo de Atendimento Ambulatorial

Além das órteses e próteses, os núcleos vinculados à Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde distribuem cadeiras de banho, cadeiras de roda, palmilhas ortopédicas e calçados especiais. Há ainda almofadas terapêuticas, andadores, bengalas, coletes ortopédicos e muletas | Fotos: Renato Araújo / Agência Brasília

Primeira personagem surda e fã de esportes estreia na Turma da Mônica

Primeira personagem surda e fã de esportes estreia na Turma da Mônica

Descrição da imagem #PraCegoVer: Arte com ilustração e texto, alinhado à esquerda: Primeira personagem da Turma da Mônica surda e fã de esportes. Abaixo, o subtítulo: Sueli estreia na 24ª Surdolimpíadas de Verão. À direita está a ilustração da Sueli, criação de Maurício de Souza. Tem cabelos longos amarrados atrás da cabeça e uma mecha rosa. Usa tênis amarelo, calça azul e camiseta rosa. (Imagem: Edição. Créditos: Divulgação)


Movimento intersetorial envia nota ao STF sobre impactos negativos de proposta que reduz base de cálculo para pessoas com deficiência e aprendizes

Movimento intersetorial envia nota ao STF sobre impactos negativos de proposta que reduz base de cálculo para pessoas com deficiência e aprendizes

NOTA AOS MINISTROS E ÀS MINISTRAS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF) SOBRE OS IMPACTOS NEGATIVOS QUE O JULGAMENTO DO TEMA 1.046 PODE TER EM RELAÇÃO À GARANTIA DO DIREITO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AO TRABALHO

A Rede Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Rede-In), entidade que atua nacionalmente e congrega 18 organizações da sociedade civil, ao final nominadas, vem, por meio desta Nota, manifestar-se quanto ao tema supracitado no intuito de defender os direitos das pessoas com deficiência garantidos na legislação brasileira e apelar ao Supremo Tribunal Federal para que não autorize medidas que venham ampliar as imensas desigualdades sociais em nosso país. Aguarda julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) o Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 1121633, em que será apreciado o Tema 1046 da Repercussão Geral, que versa sobre a validade de norma coletiva que limita ou restringe direito trabalhista não assegurado constitucionalmente.

Encontra-se pendente, entre outras, a proposição de alguns empregadores e sindicatos, de inserção de cláusulas nos instrumentos coletivos com a finalidade de excluir determinadas ocupações da base de cálculo para definição da cota de aprendizes, prevista na Lei nº 10.097/00, e da cota para pessoas com deficiência, prevista na Lei nº 8.213/91.

Tal possibilidade, caso autorizada, acabaria por suprimir oportunidades de trabalho para um público que historicamente vem sofrendo sistemática exclusão laboral, razão pela qual ao longo de décadas vem pleiteando políticas afirmativas para a garantia desse direito fundamental. As leis e decretos que estabelecem essas cotas não preveem tais exceções, já que seu escopo é garantir não o número ideal, mas o mínimo de oportunidades em um cenário de indubitável discriminação.

Além disso, o artigo 611-B da Consolidação das Leis do Trabalho é claro ao definir como ilícita a supressão ou redução, por meio de convenção coletiva ou acordos coletivos de trabalho, dos direitos para pessoas com deficiência (XXII). No Brasil, a PNS, em 2019, registrou 17.257.842 pessoas com idade de dois anos ou mais que tinham alguma deficiência.

Os dados da RAIS 2020, por sua vez, evidenciam que, do total de trabalhadores com carteira assinada do país, apenas 1,07% tem deficiência. Temos, portanto, apesar dos avanços inequívocos promovidos nos últimos anos, decorrentes de ações afirmativas, um contexto no qual ainda prevalece a exclusão desse público do mercado de trabalho brasileiro, o que perpetua sua condição de vulnerabilidade em face de um ambiente hostil que dificulta sua participação plena na vida social.

As cotas para pessoas com deficiência e, indiretamente, as cotas de aprendizes previstas em nossa legislação, são instrumentos de extrema relevância para avanços no combate a essa injustiça social, precisando ser ampliados e não reduzidos. Como foi dito, as cotas asseguradas por lei são mínimas e, ainda que cumpridas na sua integralidade, não resolveriam por si sós a exclusão dessas pessoas do mundo do trabalho, tamanho é o déficit de oportunidades especificamente para esse público.

A Aprendizagem Profissional, como instrumento para a garantia da profissionalização de adolescentes e jovens, tem sido essencial, não apenas porque viabiliza o exercício do direito ao trabalho para o público geral, mas também, porque dialoga com outros direitos como o Benefício de Prestação Continuada, para o público específico com deficiência, que muitas vezes necessita, de modo ainda mais abrangente, de formações adicionais para a vida laborativa, já que sofre também sistemática exclusão de todo o processo educacional brasileiro, ainda pouco inclusivo.

Já a chamada Lei de Cotas, na verdade o Artigo 93 da Lei 8.213 de 1991, tem sido o principal instrumento de combate à discriminação de pessoas com deficiência no trabalho, havendo decisão do Tribunal Superior do Trabalho no sentido de que esse artigo não comporta exceções, “devendo ser aplicada a toda e qualquer empresa que se enquadre no percentual previsto” (RR – 852-51.2009.5.10.0019 Data de Julgamento: 14/09/2016, Relatora Ministra: Maria Helena Mallmann, 2ª Turma, Data de Publicação: DEJT 23/09/2016).

A supressão de determinadas ocupações da base de cálculo para essas cotas, desse modo, não encontra nenhum amparo em nosso ordenamento, implicando, ao contrário, violação do Artigo 27, item 1, alínea h, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que determina que os Estados Partes promovam “o emprego de pessoas com deficiência no setor privado, mediante políticas e medidas apropriadas, que poderão incluir programas de ação afirmativa, incentivos e outras medidas” e “a aquisição de experiência de trabalho por pessoas com deficiência no mercado aberto de trabalho”.

Além de ser inconstitucional, eventual supressão reduziria de modo expressivo o já exíguo número de vagas de trabalho e de oportunidades de desenvolvimento profissional propiciado por essas políticas afirmativas às pessoas com deficiência.

Ressalta-se ainda que o anunciado prejuízo da pretendida supressão não afetará apenas as pessoas com deficiência, mas toda a sociedade. A inclusão laboral desse e de outros públicos diversos, conforme apontam várias pesquisas, desencadeia valor aos negócios, aos governos e à população em geral. O Guia Exame Ethos de Diversidade de 2019, por exemplo, destaca que, entre 109 das empresas inscritas naquela edição, 95% acreditam que a diversidade gera resultados positivos nos negócios, 93% citam melhoria no clima organizacional, 87% falam que melhora a retenção de talentos, 84% citam aumento de produtividade e 58% melhoria no desenvolvimento de produtos e serviços.

Trata-se, portanto, de um cenário em que todas as pessoas ganham, todas se beneficiam. Ante os motivos citados, apelamos aos Ministros e às Ministras da Suprema Corte que não autorizem ou endossem a supressão de quaisquer ocupações da base de cálculo para as referidas cotas, conforme consta no Tema 1.046, pois isso de modo algum representará um avanço na garantia de direitos ou justiça social.

Servirá, ao contrário, para legitimar o verdadeiro propósito dos setores econômicos e sindicatos de empregadores: a exclusão, mais ampla ainda, das pessoas com deficiência do mercado de trabalho. Tal objetivo não pode, em hipótese alguma, ser legitimado, porque isso, além de concretizar inequívoca violação dos seus direitos, retira da sociedade brasileira o direito de conviver, no seu ambiente de trabalho, com toda pluralidade que a caracteriza, o que, constitui, sem dúvida, a nossa maior riqueza.

Publicado em: 01/05/2022

Fonte: https://www.facebook.com/111785086932574/posts/719491192828624/?d=n em 30/04/2022

Fonte: Câmara Inclusão SP

Governo de SP abre inscrições para Equitação Inclusiva

Governo de SP abre inscrições para Equitação Inclusiva

O programa visa proporcionar o desenvolvimento biopsicossocial em atividades com auxílio do cavalo para pessoas com deficiência

Logo da Equitação Inclusiva
As pessoas com deficiência, acima de 3 anos, que residam na capital de São Paulo e região podem se inscrever para o programa Equitação Inclusiva. A ação do Governo do Estado de São Paulo é realizada por meio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência com atuação da Associação de Equoterapia Educacional – Texas Ranch.

A iniciativa, totalmente gratuita, tem como objetivo proporcionar a socialização, a autoconfiança, a melhora do equilíbrio, da força muscular e da coordenação motora, além de proporcionar prazer àquelas pessoas que a realizam em uma abordagem interdisciplinar utilizando atividades lúdicas e os estímulos sensório-motores oriundos do movimento do cavalo.

Ao todo serão 40 vagas e os interessados podem registrar seu interesse pelo link: https://bit.ly/EquitaçãoInclusiva.

Os inscritos passarão por Anamnese, Avaliação Multidisciplinar e Liberação médica com indicativo da necessidade da terapia (em etapas distintas). As atividades serão realizadas no Parque da Água Branca.

Durante a atividade, os participantes contam com equipe multidisciplinar composta por Fisioterapeutas, Psicóloga, Pedagoga, Biólogo, Instrutores de equitação, Condutores, Auxiliar Guia, Veterinários e Tratadores.

Serviço

Inscrições para programa Equitação Inclusiva

Público-alvo: pessoas com deficiência acima de 03 anos que residam na capital de SP e região

Inscrições: https://bit.ly/EquitaçãoInclusiva

Lei que reconhece Libras como língua oficial do país completa 20 anos

Lei que reconhece Libras como língua oficial do país completa 20 anos

 Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais é comemorado neste domingo


Neste domingo (24), a Lei 10.436/2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como uma das línguas oficiais do país, completa 20 anos. Para marcar a data, foi criado o Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais (Libras), visando comemorar essa forma de comunicação utilizada pela comunidade surda, que constitui também importante ferramenta para a inclusão social.

De acordo com o grupo educacional Uníntese, fundado em 2004 e focado na educação online, com abrangência nacional, ofertando formação e qualificação profissional, conteúdos e serviços educacionais inovadores, incluindo a Escola de Libras, a história da Língua Brasileira de Sinais remonta a meados do século 19. Foi nessa época que o imperador Dom Pedro II convidou o francês Ernest Huet a vir ao Brasil adaptar à realidade brasileira o modelo de língua de sinais que era usado na França.

A partir daí, foi desenvolvida a Língua Nacional de Sinais. Algum tempo depois, em 1857, por ordem do imperador, foi fundado o Imperial Instituto dos Surdos-Mudos (IISM), no Rio de Janeiro, que atendia então apenas a homens. Com o passar do tempo, o instituto evoluiu e funciona até hoje, com o nome de Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines).

Enem

A professora Bruna Enne, do Sinaliza Enem, primeiro cursinho pré-vestibular online do Brasil em Libras, disse à Agência Brasil que, especialmente para o surdo que vai fazer o vestibular, a Libras é muito importante. “Desde 2017, o Exame Nacional do Ensino Médio tem uma versão traduzida – o Enem Libras – e isso, para o surdo, é uma conquista muito grande.”

Bruna lembrou que, no próprio ano de 2017, o tema da redação do Enem foi Educação de Surdos, para confirmar a importância que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) estava tentando dar para a educação de surdos à época.

A versão da prova em Libras foi um avanço grande, disse Bruna Enne. “Muitos dos nossos alunos não são fluentes em português. Eles têm uma dificuldade muito grande”. Apesar disso, a professora do Sinaliza Enem disse que a redação ainda é feita em português. “É como se eles tivessem que fazer na segunda língua deles.” Isso constitui uma dificuldade maior, admitiu. “Seria o equivalente a um aluno ouvinte fazer a prova do Enem em inglês, por exemplo.”

Alice Marina foi aluna de Bruna no cursinho em Libras, fez o Enem e passou para o curso de administração na Universidade Estadual do Paraná (Unespar). As aulas começam no mês que vem. Alice contou à Agência Brasil que ter se preparado em um curso especializado em Libras ajudou-a a passar no Enem. “Porque a nossa língua é Libras.” A estudante disse que saber Libras ajuda muito na inclusão do surdo não só na escola, mas em todas as áreas.

Marco histórico

A professora de Libras no Ines Priscilla Cavalcante encontra-se licenciada, no momento, para estudos de doutorado em linguística, pela Universidade Federal de Santa Catarina. Também surda como seus alunos, ela considera a data de 24 de abril “um marco histórico para a comunidade surda devido à Lei 10.436/2002, que reconhece a língua de sinais brasileira como língua das pessoas surdas brasileiras”. Para ela, é “uma vitória para todos nós após anos de luta pelo direito linguístico, apesar de estar garantido pela convenção internacional sobre os direitos da pessoa com deficiência”.

Priscila disse que, após a lei ser reconhecida em território nacional, ao longo dos últimos 20 anos “tivemos mais visibilidade e mobilizações a favor da comunidade surda, em prol da minoria linguística”.

Jessica Cosso é surda e exerce a função de colaboradora das áreas social, cultural e de mídia da Associação de Surdos do Rio de Janeiro (Asurj), entidade social e desportiva de surdos, fundada em março de 1955. Segundo ela, a comemoração do Dia Nacional de Libras “é muito importante para a comunidade surda”. “Com essa lei, temos acesso à educação, podemos aprender igual aos demais. E também (temos) acesso cultural, como a teatro.”

Jessica destacou ainda que a lei dá garantia, no futuro, de qualquer criança surda ter acesso ao lazer, à educação, à saúde, assim como as demais crianças.

Tradução

A intérprete de Libras da TV Brasil Brenda Rodrigues, há mais de dois anos na emissora, disse que é a primeira vez que faz tradução em Libras em televisão. Segundo Brenda, o trabalho dos intérpretes da TV Brasil tem ótima aceitação da parte dos surdos. Ela lembra que a lei garante às pessoas surdas o direito de ter acesso à informação na língua deles, que é Libras. “Então, toda vez que tem intérprete de Libras na programação, seja qual for o programa, está dando ali o direito linguístico do surdo.”

Antes, Brenda trabalhou em uma universidade, onde dava aula de Libras para funcionários da instituição e interpretava as aulas dadas na Língua Brasileira de Sinais. “Foi uma experiência maravilhosa”, disse. Para Brenda, preparar os funcionários para atender aos surdos dentro do campus na sua língua era muito bom. Ao oferecer o curso de Libras para os funcionários, a instituição educacional tinha por objetivo que o surdo tivesse a liberdade de ir a qualquer lugar e tivesse autonomia de conversar e resolver seus problemas, porque tinha alguém que era treinado e capacitado para ajudá-lo naquele momento. “Então, ele não dependia sempre do intérprete de Libras estar do seu lado”.

Também intérprete de Libras da TV Brasil, onde está há seis anos, Neide Lins salientou que a tradução em Libras é muito necessária. “É um direito que deve ser respeitado.”

A TV Brasil é a emissora que mais tem conteúdo em Libras, atingindo cerca de 70 horas, o que inclui não só os jornais informativos, mas também os programas de entretenimento. “Tem uma superaceitação. Inclusive, a gente tem retorno, muitas vezes, do público, a respeito da programação”, disse Brenda Rodrigues.

Neide lembrou também que a TV Brasil é a primeira emissora de TV que tem intérprete de Libras em programas de rádio que são adaptados e transmitidos na televisão e nas redes sociais. “Foi a primeira vez que o surdo teve acesso a saber o que é o programa [de rádio]  mais antigo do Brasil, que é A Voz do Brasil”, disse Brenda. “Era uma coisa que parecia impossível e a TV Brasil trouxe essa oportunidade, com acessibilidade.”


Fonte: Agência Brasil

BB oferece atendimento em Libras a clientes surdos

BB oferece atendimento em Libras a clientes surdos

 Intérpretes ajudarão em atendimentos presenciais e remotos

Os clientes do Banco do Brasil com deficiência auditiva ou de fala passam a ter atendimento na Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos serviços presenciais e remotos. A novidade vale para as agências, a Central de Relacionamento, o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e a Ouvidoria. Intérpretes em uma central especializada ajudarão os clientes por meio de chamadas de vídeo, tanto no atendimento físico nas agências como no remoto.

Para fornecer o atendimento às pessoas com deficiência auditiva e de fala, o Banco do Brasil firmou parceria com o Icom, plataforma de referência no mercado em tradução para pessoas surdas. A plataforma fornece comunicação  em  Libras, leitura labial ou texto a qualquer hora e em qualquer dia, para todas as pessoas que precisem de acessibilidade.

Como funciona

O oferecimento da tradução simultânea ocorre por meio de chamada de vídeos com uma empresa especializada. Nas agências, a chamada é iniciada pelo funcionário do Banco do Brasil. No aplicativo ou no site da instituição financeira, o cliente pode iniciar uma chamada de vídeo com um intérprete, que, por meio de uma linha exclusiva com o BB, traduz o atendimento da Central de Relacionamento BB, SAC e Ouvidoria.

Segundo o Banco do Brasil, a iniciativa está alinhada aos dez Compromissos em Sustentabilidade assumidos pela instituição em 2021. O banco tem metas a serem implementadas até 2030 de negócios sustentáveis, investimento responsável e em gestão ambiental, social e de governança.

A instituição também treina os funcionários para melhorarem o atendimento a pessoas com qualquer tipo de deficiência. Segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há cerca de 10 milhões de pessoas com deficiência auditiva ou de fala no Brasil. Desse total, quase 3 milhões são totalmente surdas e não têm fluência em português, usando a Libras como principal idioma de comunicação.

Fonte: Agência Brasil

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