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Secretaria abre inscrições para curso gratuito e online de Libras

Secretaria abre inscrições para curso gratuito e online de Libras

As aulas têm como objetivo ampliar as possibilidades de interação pessoal entre pessoas com e sem deficiência auditiva por meio da Língua Brasileira de Sinais


A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência abre inscrições para o curso de educação a distância (EaD) de Libras (Língua Brasileira de Sinais). O curso, totalmente gratuito, está sendo oferecido para todo o estado de São Paulo, a fim de promover a inclusão das pessoas com deficiência.

Para ampliar a autonomia do público com deficiência, o conteúdo tem o objetivo de capacitar o usuário para a comunicação por meio da Libras, a fim de incluir as pessoas com deficiência auditiva que utilizam essa língua para a comunicação.

Em parceria com o Centro de Tecnologia e Inovação (CTI), a Secretaria realiza hoje o curso de forma online em virtude da pandemia do novo coronavírus. Os alunos matriculados poderão acessar os conteúdos e aulas e, ao final do curso, receberão o certificado de conclusão.

As inscrições devem ser feitas por meio do formulário http://bit.ly/CursoLibras2021.

Importância

Atualmente, vivem quase 500 mil pessoas com deficiência auditiva no estado de São Paulo, de acordo com a Base de Dados dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Pensando em facilitar a compreensão de todos e aperfeiçoar a comunicação entre pessoas com e sem esta deficiência, a Secretaria realiza de forma gratuita o Curso de Libras, que em 2020 formou mais de 500 pessoas em diversas regiões do território paulista.

Fonte: Secretaria da PcD de SP

Enem 2020 oferece recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência

Enem 2020 oferece recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência

Provas do Enem acontecem nos dias 17 e 24 de janeiro (Foto: Divulgação/INEP)


Nos dias 17 e 24 de janeiro, acontecem as provas impressas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Já nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro, serão aplicadas as provas na versão digital. Com quase 6 milhões de inscritos, a edição 2020 do Enem ganhou novos recursos de acessibilidade. De acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação da prova, em 2019, cerca de 50 mil inscritos solicitaram atendimento especializado. Segundo o Inep, neste ano, serão oferecidos 16 recursos de acessibilidade.

Acessibilidade no Enem

Descrição da imagem #pracegover: Ilustração do Enem. Em primeiro plano estão imagens de pessoas diferentes, entre jovens, idosos e cadeirantes. Ao fundo está escrito a palavra Enem, em letra azul clara. Fim da descrição.

Pessoas com cegueira, surdocegueira, baixa visão ou visão monocular contam com um software para leitor de tela, que converte a prova em voz, com todos os elementos em texto que aparecem na tela do computador, permitindo que o participante possa navegar com mais autonomia, ler a prova na ordem que desejar, repetir a leitura quantas vezes considerar necessário ou retomar uma questão no ponto que escolher.

O software disponibilizado será o NVDA, e o sistema, o Dosvox. Nesta edição, os participantes surdocegos serão atendidos por guias-intérpretes, que irão se revezar durante a aplicação.

Os participantes surdos, com dislexia e com autismo contarão com uma banca especializada que fará a correção de suas provas, enquanto os participantes com deficiência visual terão a opção de escrever a redação em braille.

Além disso, pessoas com déficit de atenção ou deficiência podem solicitar o recurso de tempo extra para a realização do exame.

Fundação Dorina celebra 20 anos de acessibilidade nas provas do Enem

Criado em 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) completa 20 anos do primeiro conteúdo acessível em seu sistema de provas – uma grande conquista para os estudantes com deficiência visual.

A Fundação Dorina Nowill para Cegos reconhece o avanço da implementação dos materiais acessíveis ao longo dos últimos tempos, sendo uma forma de aplicar a avaliação igualmente a todos.

“Sabemos que o braille é o método mais importante de aprendizado das pessoas cegas ou com baixa visão, sendo uma maneira de desenvolver os aspectos cognitivos de cada aluno. A Fundação reconhece a necessidade da ampliação do alcance desse sistema de escrita tátil que já vem sendo utilizado nas provas do Enem durante os últimos 20 anos, sendo uma forma de avaliar com equidade todos os estudantes”, diz Alexandre Munck, superintendente executivo da Fundação Dorina Nowill para Cegos.

Vale lembrar que própria Fundação atua na criação e distribuição de livros – entre eles, didáticos – em braille, audiolivros e materiais digitais acessíveis, ressaltando a importância da produção desse conteúdo para a educação de pessoas com deficiência visual. As ações desenvolvidas por lá fazem parte do legado da D. Dorina de Gouvêa Nowill, que dedicou sua vida trabalhando para promover acessibilidade e inclusão de pessoas cegas ou baixa visão, além de reconhecer o estudo como uma forma de autonomia de cada indivíduo.

Fonte: Portal Acesse

Fundação Dorina Nowill para Cegos promove gratuitamente cursos de qualificação profissional para pessoas com deficiência visual

Fundação Dorina Nowill para Cegos promove gratuitamente cursos de qualificação profissional para pessoas com deficiência visual


Reconhecendo a importância da inclusão e independência de pessoas com deficiência visual, a Fundação Dorina Nowill para Cegos abre inscrições para 12 cursos de qualificação profissional e 2 oficinas para desenvolvimento pessoal. A programação contará com aulas de Informática Básica, Atendimento ao Cliente, Auxiliar Administrativo, Empreendedorismo, Oficina de Talentos e Massoterapia. Já estão abertas as inscrições para participar do projeto e as primeiras turmas terão início em fevereiro de 2021.

As atividades aplicadas pela instituição serão em sua maioria no formato EAD. Por isso, será necessário que os estudantes possuam computador e internet em casa. O curso de Informática promove domínio básico do Pacote Office (Windows, Word, Excel, Outlook), além de internet e digitação, com a utilização do leitor de tela NVDA (NonVisual Desktop Access). Já o de Atendimento ao Cliente, promove a capacitação para que os alunos realizem atendimento de diversas formas, seja presencial, telefônico ou por internet.

No de Auxiliar Administrativo são desenvolvidos conhecimentos sobre gestão, funcionamento de uma empresa, linguagem empresarial e postura profissional. A Oficina de Talentos promove o desenvolvimento das habilidades do participante visando as futuras entrevistas de emprego, habilitando-o por meio de técnicas comportamentais, oratórias e linguagem-corporal a ter um bom desempenho nas dinâmicas.

Já as aulas de Empreendedorismo buscam incentivar os estudantes a criarem seu próprio negócio, desde a ideia inicial de abrir uma empresa, à execução do projeto, seja a venda de um produto ou serviço a ser oferecido. Aos interessados em Massoterapia, serão ministradas técnicas de Quick Massage e Reflexologia, sempre com foco na qualificação profissional e empregabilidade das pessoas com deficiência visual.

“Sabemos que o mercado está cada vez mais exigente e que a desinformação cria ainda mais barreiras para as pessoas com deficiência. Por isso, nós investimos constantemente na qualificação profissional de cegos e pessoas com baixa visão para que elas se sintam ainda mais capacitadas e preparadas para eventuais oportunidades de trabalho”, diz Alexandre Munck, superintendente executivo da Fundação Dorina Nowill para Cegos.

As inscrições para os próximos cursos e oficinas já podem ser realizadas pelo site da Fundação Dorina Nowill para Cegos. Os interessados devem ter mais de 16 anos, ensino médio completo ou em conclusão. É importante ressaltar que os cursos de Atendimento ao Cliente, Auxiliar Administrativo, Empreendedorismo e Massoterapia exigem conhecimento prévio em Informática.

De acordo com Bruno Yan Santarres, jovem de 20 anos e morador de Igarapava, interior de São Paulo, o curso de informática à distância, oferecido pela Fundação Dorina Nowill para Cegos, conta com uma dinâmica de ensino que faz toda diferença. Segundo ele, os professores estão dispostos a sanar todas as dúvidas da classe. Além disso, o rapaz elogia toda a equipe de atendimento da instituição, pois os profissionais prestam auxílio ao estudante desde o momento da inscrição até o início das aulas.

A aluna de 26 anos, Bruna Eduarda Rodrigues, mora em Caçador, Santa Catarina. Ela conta a importância deste curso EAD para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. “Além de aprimorar as minhas habilidades para o meu currículo, o método de ensino oferecido pela instituição se mostra diferente, pois temos contato com toda a classe. Isso incentiva as nossas habilidades de comunicação e interação humana, mesmo à distância. Sem contar que os professores procuram realmente ajudar a turma”.

Em Irecê, município da Bahia, o jovem Frailan da Silva, de 20 anos, também está matriculado nas aulas de informática. Ele elogia a parte técnica de seu aprendizado em Word, Excel e Pacote Office. “A Fundação Dorina Nowill para Cegos está de parabéns por preparar uma grade de ensino rica em conteúdo que incentiva o aprendizado do aluno. Estou me desenvolvendo mais a cada dia, pois antes eu não sabia nem formatar um arquivo sozinho. Hoje tenho mais autonomia e conhecimento para realizar essa e outras atividades no computador”.

Mais detalhes: http://www.fundacaodorina.org.br

Fonte: Revista Reação

Brasília recebe o primeiro parque 100% acessível para as pessoas com deficiência

Brasília recebe o primeiro parque 100% acessível para as pessoas com deficiência

 Brasília Ambiental foca em projeto de acessibilidade. Em meados de fevereiro está previsto o início de atividades de reabilitação e inclusão social

AGÊNCIA BRASÍLIA* | EDIÇÃO: FREDDY CHARLSON

O projeto é fruto de uma parceria do Instituto com a Unidade Nacional de Acessibilidade e deve beneficiar cerca de duas mil pessoas | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental

O Instituto Brasília Ambiental, por meio da sua Superintendência de Unidades de Conservação (Sucon), está executando processo de adaptação do parque vivencial do Lago Norte a Pessoas com Deficiência (PcD). A unidade ecológica deve se tornar a primeira, 100% inclusiva, no país. De 5 de fevereiro a 31 de março já estão previstas atividades gratuitas para este público no local.

Ainda neste mês de janeiro serão colocados três contêineres de 12 metros e um de seis metros para formar a estrutura do projeto, “que prevê ainda a construção de rampas, deck flutuante, sinalização em braille e instalação de pisos táteis, dentre outras adequações, que serão melhorias definitivas”, enfatiza a superintendente da área, Rejane Pieratti.

Em meados de fevereiro está previsto o início das atividades de reabilitação e inclusão social com aulas de tiro com arco, yoga, stand up paddle, paracanoagem, tênis de mesa e horta comunitária.

O projeto é fruto de uma parceria do instituto com a Unidade Nacional de Acessibilidade. Deve beneficiar cerca de duas mil pessoas, e foi viabilizado a partir de emendas parlamentares apoiadas pela senadora Leila do Vôlei e pelos deputados distritais Leandro Grass, Cláudio Abrantes e Júlia Lucy.

Caminhadas e nascentes

O Parque Ecológico do Lago Norte, localizado próximo à ponte do Bragueto, é caracterizado por ser uma unidade ecológica bastante usada pela população local para a prática de skate, caminhada e esportes náuticos. Conta com parquinho, ciclovia, um Ponto de Encontro Comunitário e mesas cobertas para reuniões de grupos. A área é ambientalmente relevante, por abrigar nascentes e também colabora na proteção das margens do Lago Paranoá e da Zona de Preservação da Vida Silvestre (ZPVS). O parque é aberto todos os dias, das 6h às 18h.

*Com informações do Brasília Ambiental

Fonte: Agência Brasília

Reino Unido cria primeiro teste de gravidez acessível para pessoas cegas

Reino Unido cria primeiro teste de gravidez acessível para pessoas cegas

 Pessoas cegas terão, pela primeira vez, a chance de serem as primeiras a saber se estão grávidas ou não

Teste de gravidez para as mulheres com deficiência visual

Foto das mãos de uma pessoa segurando o protótipo do teste táctil de gravidez, passando o dedo indicador na parte superior do produto, onde há bolinhas em relevo.

Foi lançado no Reino Unido um protótipo do primeiro teste táctil de gravidez, que funciona de forma parecida com os testes de farmácia, a partir da urina.

Em vez de “um risquinho” ou “dois risquinhos”, como funcionam os testes de farmácia, o teste táctil levanta “bolinhas” a partir do reagente químico, que indicará a presença ou não de hormônios da gravidez. Mesmo os testes eletrônicos mais modernos disponíveis no mercado não têm essa acessibilidade.

Um protótipo do teste foi divulgado pela principal ONG de deficientes visuais do Reino Unido, o Instituto Nacional Real de Pessoas Cegas Site externo (RNIB, na sigla em inglês).

A novidade representa um marco na autonomia e privacidade de pessoas cegas, ao permitir que elas tenham acesso a essa informação sem precisar confiar em outra pessoa para ler o teste. 

O órgão está ainda em fase de negociação com a empresa ClearBlue para começar a produzir e comercializar o produto.

O Reino Unido estima que sua população tenha 2 milhões de pessoas com deficiência visual. No Brasil, essa estimativa é de 6,5 milhões, segundo dados do IBGE de 2010.

Em entrevista ao site Sky News, Danielle Cleary, 36 anos, que é cega, disse que já precisou pedir para sua mãe, amigos e até uma vizinha que lessem para ela os resultados de testes de gravidez.

“É muito invasivo, é constrangedor ter que pedir a alguém para pegar um objeto no que eu acabei de urinar e pedir ‘você pode ler isso para mim?'”, relatou Danielle.

“Mesmo se eu estiver tentando engravidar ou tentando não engravidar, não quero que outras pessoas saibam da minha vida e façam julgamentos”, disse. “E a cada dez pessoas, nove vão dar alguma opinião que eu não pedi. Você não percebe o luxo que é ter autonomia até ela lhe ser tirada”.

O novo teste foi criado pelo designer independente Josh Wasserman, após uma pesquisa com mulheres cegas ou com visão parcial. O protótipo foi concebido como parte da campanha “design para todos”, do RNIB (sigla em inglês para o Real Instituto Nacional de Cegos). A campanha diz que ninguém deveria sacrificar sua privacidade por conta de um design mal concebido. 

“É importante que todos entendam como o design pode ser usado para conscientizar a população sobre uma questão e trazer mudanças positivas em uma indústria”, disse o criador do teste. “Indústrias, principalmente a de cuidados com a saúde, podem ter mudanças muito lentas. Não sei quanto tempo vai demorar até vermos esse produto nas prateleiras. Mas o importante é a conscientização”, diz Wasserman. 

De acordo com dados do órgão, metade das pessoas que vivem com alguma deficiência visual dependem de outros para ter acesso às suas informações pessoais, desde exames médicos a extratos bancários.

Danielle descreve o produto como “uma virada no jogo” para pessoas cegas. Ela espera que o protótipo inspire outras indústrias a se modernizarem nesse sentido.

“Quero que todos trabalhem junto à comunidade de deficientes visuais para nos ajudar a conseguir a privacidade que nos foi negada até hoje”, diz.

Fonte: Universa 


Rede pública de MG terá escolas com ensino de língua de sinais

Rede pública de MG terá escolas com ensino de língua de sinais

 Romeu Zema sancionou lei que garante ensino da Libras em instituições ligadas ao governo mineiro.


A rede formada pelas escolas estaduais mineiras passará a ter instituições com o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Lei sancionada pelo governador Romeu Zema (Novo) na edição de quinta-feira (7/1) do Diário Oficial do Estado institui diretrizes para a criação de colégios que ensinem, concomitantemente, o Português e a Libras.


As escolas do tipo terão a língua de sinais como idioma principal. O Português, por sua vez, será ensinado na modalidade escrita. Alunos surdos, surdocegos e familiares de pessoas com deficiências do tipo terão prioridade.


No texto, Zema trata, também, de mecanismos que devem garantir a igualdade de condições no ensino, além de estipular a necessidade de professores bilíngues, tradutores, intérpretes de línguas e guias. O governo mira, ainda, disponibilizar materiais didáticos capazes de suportar a demanda dos estudantes de instituições bilíngues.


O projeto foi apresentado à Assembleia Legislativa pelo deputado Zé Guilherme (PP).


Fonte: Estado de Minas – Política

Magalu lança atendimento em Libras

Magalu lança atendimento em Libras

Em parceria com a startup Pessoalize, o novo canal de atendimento dará sequência à missão de minimizar a desigualdade brasileira e potencializar a experiência de surdos e deficientes auditivos na prática.

Novo canal de atendimento exclusivo em Libras do Magalu.

O Magalu, ecossistema de varejo multicanal, anuncia um novo canal de atendimento exclusivo em Libras. A iniciativa, em parceria com a startup Pessoalize, tem como objetivo facilitar o acesso à informação e atuar de forma resolutiva e direta com a comunidade surda que faz uso da Língua Brasileira de Sinais. A partir de agora, o consumidor poderá realizar atendimento pós-venda por videochamada, com uma equipe formada majoritariamente por surdos treinados exclusivamente para atender clientes em Libras. A companhia será a primeira varejista a oferecer o serviço no país.

“Este projeto está sendo muito importante. Nós surdos sofremos tantas barreiras por conta da acessibilidade, e agora ter essa oportunidade é um sentimento libertador, pois não precisaremos ficar dependendo de outras pessoas para resolver os nossos problemas. Agora, nós mesmos podemos resolver. Ter esse tipo de oportunidade de trabalho onde ouvintes e surdos trabalham em conjunto é gratificante, nos sentimos incluídos, compartilhando as mesmas coisas, aprendendo juntos. Isso sim, é igualdade”, relata Nicolly Neves, surda e integrante da equipe do atendimento em Libras do Magalu.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), o Brasil tem mais de 10 milhões de cidadãos com deficiência auditiva. O novo canal se sustenta em uma das missões do Magalu, a excelência em atendimento. “Oferecer este serviço em Libras é mais um passo da empresa para inclusão e acessibilidade. Queremos nos adaptar integralmente e sermos cada vez mais eficientes para todos os nossos clientes” afirma Ricardo Querino, gerente de Atendimento ao Cliente do Magalu.

A novidade amplia a oferta de recursos para pessoas com deficiência auditiva. Quem prefere comunicação em texto na língua portuguesa, pode usar chat, email, mídias sociais ou Whatsapp. No site no Magalu, na aba de acessibilidade, também estão disponíveis no intérprete virtual de Libras da Hand Talk, o Hugo, e o navegador (browser) acessível da Essential Accessibility.

A Pessoalize, startup de atendimento digital, foi escolhida para fazer parte da construção do projeto, pois é especialista em experiência digital inclusiva. “Nossa missão é conectar marcas e pessoas de forma humanizada, integrativa e inteligente, reduzindo as barreiras digitais de comunicação. Em parceria com a comunidade surda, construímos uma solução resolutiva, tornando o atendimento acessível de verdade.” afirma Joseph Lee Kulmann, CEO da Pessoalize.

Alguns consumidores já utilizaram o canal com a opção de atendimento em Libras. É o caso de Cíntia Santos de Oliveira, de Fortaleza-CE, que experimentou o serviço no dia 5 de janeiro: “Eu me senti emocionada quando do outro lado da tela surgiu uma pessoa para se comunicar comigo em libras. Essa nova opção de atendimento do Magalu tem uma importância muito grande, afinal, quebra muitas barreiras e torna o atendimento mais acessível. A partir de agora eu não vou mais depender de familiares ou de amigos para interagir com a empresa. Me sinto mais leve e segura”.

O serviço já está disponível, basta entrar no site do Magalu, clicar em “Atendimento” e depois selecionar “Libras”. Lá, o cliente será direcionado para receber atendimento de um agente fluente em Libras. O horário de atendimento desse novo canal é de segunda à sexta-feira, das 9h às 18h, não sendo necessário o agendamento prévio. Além do atendimento em Libras, temos os canais de texto (chat, e-mail e redes sociais) para os surdos que preferem se comunicar por escrito em português.

Clique aqui para iniciar o atendimento em Libras da loja Magazine Luiza.

Sobre a Pessoalize

Desenvolvida pelo empreendedor Joseph Lee Kulmannm, a Pessoalize é uma startup que oferece soluções digitais que transformam o atendimento entre marcas e pessoas. Por meio da humanização, inteligência (análise de dados) e tecnologia, a empresa tem como objetivo promover maior interação, personalização e conexão entre clientes e marcas, rompendo barreiras em relação aos modelos tradicionais de atendimento. Atualmente em seu portfólio constam clientes como Espaçolaser, Estudioface, Unike Seguros, entre outros projetos com uma das maiores empresas no setor do turismo, com um gigante na área de tecnologia e varejo eletrônico e um dos maiores bancos do país.

Fonte: Libras Sol

“Colônia de Férias Acessível”, conteúdo digital para crianças trará entretenimento e acessibilidade para os clientes do Shopping Metropolitano Barra, no RJ

“Colônia de Férias Acessível”, conteúdo digital para crianças trará entretenimento e acessibilidade para os clientes do Shopping Metropolitano Barra, no RJ

Mundinho Kids on line do Shopping Metropolitano Barra

No mês das férias, a programação do Mundinho Kids on line do Shopping Metropolitano Barra disponibilizará em suas redes sociais conteúdo de entretenimento infantil para todos os seus mini clientes, como não seria diferente. Porém, nessas férias, além de entreter, o MK on-line abraçará a acessibilidade: será uma programação inteiramente elaborada a partir de noções e recursos acessíveis para que todas as crianças possam ser atendidas. A ideia surgiu a partir da sensibilidade do shopping com o atual momento, levando em conta crianças e famílias que, em meio à pandemia, muitas vezes ficam sem opção de lazer e entretenimento. Em muitos casos, crianças com deficiências apresentam algum tipo de comorbidade fazendo com que o isolamento social seja imperativo.

Serão quatro domingos de programação. Nos dias 10, 17 e 24 de janeiro, vão ao ar vídeos lúdicos que, além de entreter, trarão diferentes atividades para fazer em casa. No último domingo, 31 de janeiro, haverá uma Live interativa com troca de experiências a partir dos conteúdos apresentados.

Os conteúdos, além de apresentar os recursos de acessibilidade, como tradução em libras e autodescrição, mostram situações cênicas que remetem ao universo que alguns pais, mães e familiares vivem no dia-a-dia quando têm uma criança ou adolescente especial próximo. A acessibilidade permeia todo o conteúdo, tanto na parte técnica como na dramaturgia. Fabricio Moser, ator, diretor, professor, pesquisador de teatro e criador do projeto “Teatro da Inclusão”, estrelará os episódios, não só apresentando as atrações, mas desdobrando-se em vários personagens ao longo dos episódios. Para isso, a criação contou com a participação da professora universitária Marcia Berselli que fez o acompanhamento do projeto e assessoria em acessibilidade. Ricardo Martins, diretor de cinema, também fez parte da colaboração artística do projeto.

“Muito se discute sobre inclusão e acessibilidade no ambiente corporativo, mas o capacitismo, que é uma realidade, às vezes passa despercebido. A ideia de ter uma programação de férias inteira dedicada ao tema reflete nosso propósito de verdadeiramente trabalhar a favor da inclusão, dando a relevância que lhe é merecida. As grandes companhias têm papel influenciador e esse papel deve ser desempenhado de maneira plena e verdadeira, não apenas para fins de promoção da marca. Trabalhar a diversão com foco na acessibilidade é a melhor maneira de entreter a criança especial, mas também conscientizar todas as outras”, avalia Eliza Santos, Gerente de Marketing do Shopping Metropolitano Barra.

Programação “Colônia de Férias Acessível” do MET

17/01, 16h  – Oficina de Papel Machê

A ideia é explorar a criatividade dos pequenos através do artesanato com papel machê, lembrando que toda a elaboração recebe legendas e tradução em libras.

24/01, 16h  – Oficina Musical

Sempre legendado e com tradução em libras, esta oficina vai trazer ritmos sonoros, música e construção de instrumentos musicais com material reciclável.

31/01, 16h  – “Live Palco Aberto”

Live interativa com troca de experiências a partir dos conteúdos apresentados.

Fonte: Revista Reação

APP do Google de Acessibilidade transforma olhares em frases

APP do Google de Acessibilidade transforma olhares em frases

App Look to Speak - para pessoas com dificuldades motoras.

Um novo experimento do Google disponibilizado aos usuários permite usar os olhos para que o celular diga expressões pré-definidas. Por enquanto apenas em inglês, o “Look to Speak” é voltado para pessoas com restrições motoras, sejam permanentes, temporárias ou situacionais.

A nova opção de acessibilidade funciona como um grande menu de frases — a lista registrada no app pode ser personalizada com expressões úteis. O usuário usa apenas o olhar para filtrar as opções até chegar na fala desejada.

É possível definir o tempo necessário para que o movimento do olho seja registrado pelo app. Além disso, o Look to Speak permite pausar o aplicativo — por exemplo, para que o usuário descanse sem correr o risco de ativar frases sem querer.

Apesar de não ser uma solução completa para as dificuldades de comunicação dos usuários com deficiências motoras, e de não estar disponível em português, o aplicativo pode se tornar uma ferramenta útil para usuários com necessidades especiais, ainda mais quando utilizado com outros aplicativos voltados à Acessibilidade.

Segundo um dos responsáveis pelo app, a ferramenta foi pensada para complementar os atuais sistemas de digitação com o olhar, que geralmente exigem telas muito maiores que as encontradas em smartphones.

O Look to Speak pode ser baixado na Google Play Store e é compatível com celulares Android na versão 9.0 ou superior do sistema.

Fonte: Google – Rubens Eishima

Nadador sem braços de 10 anos ganha título de atleta do ano

Nadador sem braços de 10 anos ganha título de atleta do ano


Ismail Zulfic de 10 anos, que nasceu sem os braços, se tornou campeão de natação e conquistou o título de Esportista do Ano pelo jornal Nezavisne Novine pelo desempenho no esporte.

Ismail é da Bósnia Herzegonvina e embora tenha limitações não se intimidou frente aos obstáculos.

Sua coragem e determinação já lhe renderam 40 medalhas em importantes torneios.

Conquistas

Aos 7 anos, foi o vencedor da medalha de ouro nos 50 metros costas para pessoas com deficiência na Croácia.

Em 2018, venceu os Jogos Esportivos Open Internacional de Belgrado com medalha de ouro também nos 50 metros costas.

Também conquistou medalha de bronze nos 50 metros livres.

Treinamento

As conquistas desportivas de Ismail são uma grande inspiração para outras crianças com deficiência que o admiram pela sua determinação.

O garoto treina duro 3 vezes por semana no Spid Club – Sociedade Desportiva para Pessoas com Deficiência – e conta com o apoio da família.

Ele viaja com o pai de carro da sua cidade natal, Zenica, até Sarajevo, num trajeto de 150 quilômetros.

“Nos cinco anos que vem treinando, ele nunca disse ‘não posso’ ou ‘não vou fazer’…. Eu sei que algumas coisas podem mudar durante a puberdade. Mas por enquanto, ele gosta de ser o primeiro em tudo que faz, natação, futebol, ciclismo”, disse com orgulho o pai, Ismet.

Além disso, Ismet conta que seu filho sempre se esforça para conquistar uma medalha e, quando o faz, trabalha muito para quebrar seu próprio recorde.

Medo da água

O mais impressionante de Ismail é que no início ele tinha medo de água, porque quando era mais novo caiu em uma piscina de borracha.

O pai apostou numa boa alternativa para ele superar e enfrentar os próprios medos.

Foi assim que a família chegou ao Spid Club, onde conheceram Amel Kapo, um dos treinadores e fundador do clube. Com muito carinho ele ajudou o garoto perder o medo da água.






Fonte: Só Notícia Boa

6 livros para ampliar a visão sobre crianças com deficiência

6 livros para ampliar a visão sobre crianças com deficiência

As obras constroem narrativas que colocam como protagonistas as pessoas com deficiência e ressaltam suas múltiplas potências

Ilustração do livro Serei Sereia.

A inclusão das crianças com deficiência passa por compreender que não são elas que têm “dificuldades”, mas que falta nas ruas, instituições e na sociedade como um todo os recursos necessários para abarcar quaisquer diferenças, e possibilitar que todos possam se desenvolver integralmente.

Compreender esse conceito, no entanto, pode ser uma tarefa complexa para elas e, neste processo, a literatura infantil pode ajudar. Algumas obras constroem narrativas que colocam como protagonistas as pessoas com deficiência e em uma perspectiva de igualdade, contribuindo para uma abordagem que ressalta suas múltiplas potências.

Nessa perspectiva, a Mais Diferenças listou 6 livros que tratam da questão da deficiência. A maior parte destas obras também está disponível na biblioteca virtual da instituição, em formatos acessíveis. Confira:

Sonhos do dia - Por Claudia Werneck

A menina que protagoniza o livro sonha, durante a noite, que pode tudo. Mas todos os dias ao acordar volta a se deparar com as limitações que o mundo ao seu redor impõe. Cansada dessa situação, ela pede a heróis e heroínas, seres das galáxias, das revistas em quadrinhos, da televisão, dos sonhos de outras crianças, da internet, dos livros e das histórias que seu avô contava para que revelem o segredo de fazer os sonhos da noite não morrerem durante o dia.

Daniel no Mundo do Silêncio - Por Walcyr Carrasco e ilustrações de Cris Eich

Quando Daniel perde a audição, aos 7 anos, ele precisa aprender a se comunicar de outra maneira: com as mãos. Seus pais o matriculam então em uma escola especializada em educação para surdos, onde ele aprende a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Depois de um tempo, Daniel passa a frequentar simultaneamente uma escola comum, onde supera o bullying e encontra a solidariedade.

Uma nova amiga - Por Lia Crespo

João é um menino cheio de imaginação que conversa com seus brinquedos. Diante de uma nova realidade em sua vida, conta com o apoio desses e de outros personagens para lidar com os desafios. A obra aborda a influência transformadora dos professores e a importância do apoio familiar.

As cores no mundo de Lucia - Por Jorge Fernando dos Santos

Nesse livro, Lucia é uma menina muito inteligente e adora brincar. Ela tem deficiência visual e descobre uma maneira divertida de perceber as cores que estão a sua volta, usando como ninguém a audição, o olfato, o paladar e o tato.

Tom - Por André Neves

A história do menino Tom é contada por seu irmão, que sempre o observa intrigado: “Por que Tom não brinca? Por que Tom não diz o que sente? Onde Tom guarda todos os seus sonhos?”. Até que um dia, Tom chama seu irmão para que conheça o seu segredo, e assim se aproximam de verdade.

Serei Sereia - Por Kely de Castro

Assim como todas as crianças, Inaê passa por momentos de tristeza, alegria, conflito e tranquilidade. Ela tem como desafio o fato de não poder andar, mas com o apoio de sua mãe, descobre que pode construir sua própria história.

Fonte: Centro de Referências em Educação Integral 

Provas de concursos para surdos serão aplicadas em Libras

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Lei sancionada pelo governador garante direito de igualdade e oportunidade para 25 mil pessoas

GIZELLA RODRIGUES, DA AGÊNCIA BRASÍLIA I EDIÇÃO: CAROLINA JARDON

Projeções do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam para aproximadamente 678 mil pessoas com deficiência no DF em 2020 | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília

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