15/10/2015

STJ - Acessibilidade garantida

Entrada do STJ com rampa acessível

Um meio ambiente acessível demonstra o respeito a diferenças e promove a igualdade de oportunidades. Esse é um dos princípios da Política de Inclusão das Pessoas com Deficiência do STJ.

Cada vez mais comprometido com iniciativas inclusivas, o Tribunal finalizou na última semana a construção da rampa na portaria Golf II, próxima à Taquigrafia.

A servidora Fernanda Zago, lotada na Seção de Pagamento de Inativos e Pensionistas (SINPE/SGP), é usuária de cadeira de rodas e aprovou a obra. “A rampa é de extrema importância para os funcionários porque não tem nenhum outro acesso para subir nas calçadas ao redor do STJ. Facilita muito a entrada de quem precisa”, avalia.

Um novo olhar

Simone Pinheiro, coordenadora da Comissão de Inclusão do Tribunal e gestora do Programa Semear Inclusão, destaca a importância da percepção da Coordenadoria de Engenharia e Arquitetura (CEAR/SPR) diante do tema. “A Engenharia pensou na acessibilidade como uma prática necessária para os projetos que eles desenvolvem. Estamos realmente começando a colher os frutos dessa consciência de que a acessibilidade é uma responsabilidade de todos”, comenta.

Para Fernanda, um espaço devidamente adaptado promove autonomia. “O ambiente adaptado elimina a dificuldade que a deficiência nos impõe. Sinto-me mais integrada, independente e capaz de fazer as coisas sem precisar de alguém toda hora”.

Cada um no seu espaço

Entrada Golf II

Os benefícios não param por aí. A obra melhora também o fluxo de servidores, colaboradores e visitantes, já que as pessoas credenciadas têm acesso livre pela rampa.

Diariamente, cerca de sete mil pessoas circulam por aqui. São advogados, servidores, estudantes e visitantes que participam de sessões de julgamento, projetos socioeducativos ou algum outro atendimento oferecido nas dependências do Tribunal da Cidadania.

Segundo o assessor da Secretaria de Gestão Predial (SPR), Joaquim Torreão Braz, a obra “impede que os pedestres peguem filas nas catracas e andem na pista junto com os carros”.


Seja na mudança na altura dos coletores biométricos, na instalação do guarda-corpo no restaurante ou na construção da rampa, quando o assunto é acessibilidade, o Tribunal dá exemplo. “O STJ é acessível em vários quesitos, faltam poucas medidas para se tornar um órgão 100% nesse aspecto. A Comissão de Inclusão está trabalhando para isso”, conclui Fernanda.


Fonte: STJ
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