22/09/2014

CCBB oferece a versão tátil da exposição Visões

Para quem tem deficiência visual é altamente enriquecedor tocar nas réplicas em tamanho menor mas com o mesmo formato e textura das obras originais. Mas o espaço de experimentação oferecido pelo Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil é aberto para quem quiser vivenciar. É muito bacana. Depois de visitar a exposição, basta se informar na recepção. O Educativo Aberto fica ali mesmo, no térreo.


Experiência sensorial

Tempos atrás, me deparei com um grupo circulando pelo Memorial com os olhos vendados guiados por dois mediadores e acompanhei a roda de bate-papo deles após a visita, antes mesmo de tirarem os tapa-olhos. Cheiros, sons, mudança de temperatura, tato e a própria intuição tornam-se mais intensos quando se é privado da visão e, mais que isso, aguça a percepção e o reconhecimento do outro.

Melhor para todos

Nas minhas andanças pelo Circuito Cultural Praça da Liberdade tenho percebido uma preocupação cada vez maior com a acessibilidade, nos seus diversos aspectos, em todos os espaços e museus. Sempre há atividades voltadas para pessoas com deficiência seja na visita aos espaços ou em ações que dialoguem com a programação. A experiência é enriquecedora também para quem não tem deficiência.

Acessibilidade

Neste sábado (20), o Espaço do Conhecimento UFMG terá o dia dedicado ao tema acessibilidade para marcar o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro. O Café Controverso debaterá a surdez, haverá visita acessível em Libras à exposição Demasiado Humano e a oficina “Acessibilidade em museus: comunicação, sentidos e ações”. As atividades são gratuitas. Confira detalhes da programação no site do museu, espacodoconhecimento.org.br .


Fonte: Jornal Hoje em Dia por Liliane Nogueira.
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