30/07/2014

Aparelho aumenta segurança dos idosos na hora de atravessar a rua

No brasil, as vítimas mais frequentes de atropelamentos têm mais de 60 anos.


Está em testes, em Curitiba, um aparelho que aumenta a segurança dos idosos na hora de atravessar a rua. No Brasil, as vítimas mais frequentes de atropelamentos têm mais de 60 anos.

Para caminhar, agora, só com a ajuda do andador. O chileno naturalizado brasileiro Luis Rafael foi atropelado há dois meses e quebrou o fêmur.

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“Uma imprudência do cara que dobrou. Bateu em mim, deu uma ré e foi embora imediatamente”, conta o aposentado Luis Rafael Mella.

De cada dez pessoas atropeladas no Brasil, três são idosas. O Ministério da Saúde registrou em 2012 mais de 2.700 mortes de idosos por atropelamento.

Em geral, os idosos são mais lentos para caminhar e atravessar a rua. E na maioria das vezes, o tempo dos semáforos não é suficiente para esses pedestres.

“A gente tem dificuldade. Não tem aquela habilidade das outras pessoas, dos mais novos”, lamenta uma idosa.

A solução pode estar numa caixinha conectada ao poste. Antes de instalar o equipamento, a secretaria de trânsito de Curitiba fez uma pesquisa com quase 500 idosos entre 60 e 98 anos, nos principais cruzamentos da cidade, para ver quanto tempo cada um levava para atravessar a rua. Um semáforo foi adaptado para que até os que caminham mais devagar possam fazer a travessia com segurança.

Cada vez que um idoso ou deficiente físico aproximar o cartão magnético do transporte coletivo, o tempo de sinal verde para o pedestre aumentará de 12 para 18 segundos. O teste com o primeiro semáforo para idosos está sendo feito num cruzamento com grande movimento da cidade.



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