29/03/2014

Estudo apresenta o valor dos colaboradores com síndrome de Down


Há cerca de um ano, o Instituto Alana contratou o Fábio, que tem síndrome de Down, para trabalhar em seu escritório. Há quatro meses, a Juliana, também com a síndrome, se uniu à equipe.

Conviver com os dois diariamente despertou para o impacto que a presença deles trouxe aos demais membros do time. Logo veio a questão: será que é possível medir o impacto de profissionais com síndrome de Down no clima de uma organização? Essa pergunta foi levada à McKinsey&Company, que encarou o desafio com a missão de encontrar uma resposta concreta para uma pergunta que talvez soasse subjetiva.

Como resultado dessa investigação foi gerado um estudo, compartilhado pela instituição, com  o objetivo de levar humanização às corporações, como caminho para as empresas que querem seguir nessa estrada, trazendo uma nova perspectiva à discussão sobre a empregabilidade das pessoas com síndrome de Down.


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