23/10/2012

Museus de Petrópolis investem em acessibilidade para deficientes

Maquete do Museu de Petrópolis.
   Museus de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, estão investindo em sistemas e projetos para facilitar o acesso de deficientes físicos, visuais e auditivos. A tecnologia ajuda, mas ainda existem obstáculos no caminho desses visitantes especiais.
   O Museu Casa de Santos Dumont passou por adaptações e se tornou um exemplo de acessibilidade. O cadeirante pode entrar por uma rampa nos fundos da casa e por elevador. O banheiro é adaptado, mas as pontes construídas por Santos Dumont são estreitas demais para a passagem de uma cadeira de rodas. Isso foi resolvido com a construção de um tótem. Assim, o cadeirante pode fazer uma visita virtual pelo lugar.
   Para quem tem problemas auditivos, foi disponibilizado um vídeo com uma versão em libras. E, para os deficientes visuais existe uma maquete tátil. Desta forma, eles podem conhecer a casa tanto por fora quanto por dentro. As placas também são escritas em braile para que o deficiente visual possa se guiar pela casa.
   Mas nem todos os pontos turísticos estão adaptados. Um exemplo é a Casa do Colono, museu que conta a história da colonização alemã na cidade. Logo na entrada, um degrau de 20cm é um grande obstáculo à entrada de pessoas que utilizam cadeira de rodas, praticamente impossibilitando a visitação
   Segundo a assessoria de comunicação da Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis, a falha foi detectada e o problema será resolvido.

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